Levar junto ao nome de registro o nome da empresa em que se trabalha é coisa rara. Porém, a essência típica de bons vendedores ainda existe – como sempre existiu, principalmente nas cidades do interior.

Aos poucos o osvaldocruzense Douglas Carvalho, de 47 anos, se tornou o Douglas da Proeste. Com carisma, profissionalismo e uma boa conversa conquistou clientes e hoje é uma referência em vendas de veículos. 

Se muita gente considera essa profissão difícil é melhor entender, de uma vez por todas, que vender é um dom, e ponto. “Sempre fui vendedor, até quando garoto eu adorava fazer rolo de bicicletas”, diz Douglas aos risos. 

Hoje, dia 1º de outubro se comemora o Dia do Vendedor, por isso buscamos algumas informações sobre um profissional da área que muita gente conhece através dos bons negócios que solidifica com seus clientes. Ainda criança, Douglas não queria fazer outra coisa na vida que não estivesse relacionada à carros ou motocicletas. Por destino ou vontade, seu primeiro emprego com vendas foi em uma concessionária de motos.

“Foi onde vendi uma grande quantidade de motocicletas para pessoas de Osvaldo Cruz e cidades da região”, lembra.

Depois disso partiu para a venda de carros e dos seus 14 anos de profissão, metade é dedicado ao Grupo Proeste Chevrolet. “Há sete anos fui convidado a fazer parte do Grupo Proeste, onde comecei a vender cartas de crédito de consórcio como vendedor externo na região”, conta Douglas.

Ao contrário do que muitos pensam, uma venda não se resume em oferecer um produto. Conforme Douglas, os fatores que influenciam um consumidor a concluir a compra são vários. “Principalmente descobrir qual é a necessidade do cliente”, complementa.

Sendo um profissional que possui experiência em consórcios e atendimento ao público, a pandemia não deixou de ser um choque para o vendedor osvaldocruzense, afinal o setor de vendas foi um dos principais afetados, ainda mais se tratando de produtos de longa durabilidade, além de ser de alto custo e difícil negociação.

“No começo tive muita resistência às negociações, e elas começaram a ser apenas virtuais”, lembra.  

Em casa, aproveitando o tempo com a filha, Douglas passou a criar estratégias para continuar atendendo clientes e dando suporte de pós-venda. “Sempre fui otimista e acreditei que iríamos superar isso. E estamos superando”.

Seu trabalho de vendedor lhe rende o fechamento de mês com até 15 vendas entre veículos novos e seminovos. “Com a concessionária fechada fiquei um bom tempo em casa trabalhando em home office”, destaca.

Mesmo com as dificuldades do atual cenário mundial, Douglas acredita que sua paixão por vendas supera qualquer desafio, por isso é um profissional referência: conhece os principais passos para uma boa venda, dentro ou fora da crise.